Ementa 2018


Linha 1 - LITERATURA, TEORIA E CRÍTICA (LTC)

EMENTA: Estudos aprofundados no campo específico da Literatura, seus fundamentos metodológicos, teóricos e críticos, dando suporte a abordagens de cunho textualista, fenomenológico e sociológico. Os trabalhos se desenvolvem por meio de métodos afins a cada corrente teórico-crítica, tais como o comparativo, o semiótico, o crítico-histórico, o hermenêutico, entre outros, com o objetivo de exercitar a análise, a interpretação e a crítica do texto literário. A visada autoreflexiva na Literatura privilegia os estudos intertextuais entre corpus literário de nacionalidades diferentes, em línguas vernáculas e línguas estrangeiras. O objeto de estudo será constituído por obras com fortuna crítica consolidada e obras em processo de reconhecimento.

Linha 2 - LITERATURA, OUTROS SABERES E OUTRAS ARTES (LSA)

EMENTA: Estudo do processo das relações entre Literatura, outros saberes (sociológicos, filosóficos, históricos, antropológicos e mitológicos) e outras artes (música, teatro e artes visuais), objetivando problematizar e discutir a dinâmica interdisciplinar entre estes universos. Para tanto, a convergência de objetos, temáticas e formas, bem como a transversalidade dos diferentes textos, são valorizadas. Abre-se, com isso, a perspectiva de análise de identidade e diferença pelo viés da linguagem literária, evidenciando aspectos relacionados a outros saberes e a outras artes. De acordo com a perspectiva interdisciplinar pretendida, a Literatura tece o discurso que perpassa os vários olhares investigativos, com seus métodos e tradições específicos.

 

DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS - LINHA 1 e 2

 

1-      METODOLOGIA DA PESQUISA

EMENTA: O conhecimento científico; ciência e produção de conhecimento; métodos e técnicas de pesquisa; reescrita de projeto e relatórios de pesquisa. Orientações técnicas para elaboração da dissertação.

BIBLIOGRAFIA:

AYER, A. J. Linguagem, verdade e lógica. Lisboa: Editorial Presença, 1991.

BACHELARD, Gaston. A Epistemologia. Lisboa: Edições 70, s.d.

 O Novo Espírito Científico. Lisboa: Edições 70, s.d.

BOURDIEU, Pierre e DARBEL, Alain. O amor pela arte. São Paulo: EDUSP, 2003.

BOOTH, W. COLOMB, G. WILLIAMS, J. A arte da pesquisa. Tradução Henrique Monteiro. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

DESCARTES, René. Discurso do Método. São Paulo: Nova Cultural, 1992. (Os Pensadores).

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: perspectiva, 1989.

GADAMER, Hans-George. Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. São Paulo: Vozes, 1997

KNELLER, G.F. A Ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar/ EDUSP, 1978. 16 KUHN, Thomas. A Estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1982. LAKATOS, Imre, MUSGRAVE, Alan (org.) A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. São Paulo: Cultrix, 1979.

MARQUES, Mario Osório. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. Ijuí: Unijuí, 2001. POPPER, Karl. A Lógica da Pesquisa Científica. São Paulo: Cultrix, 1993. SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1989. CHNITMAN, D.F. Novos paradigmas, cultura e subjetividade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, s.d. 

2 - CORRENTES CRÍTICAS

EMENTA: A dimensão crítica dos estudos literários e a crítica literária no Século XX a partir da reconstituição da história e da problemática teórica das principais correntes críticas.

BIBLIOGRAFIA:

ALONSO, Dámaso. Poesia española: Ensayo de metodos y limites estilísticos. 5.ed. Madrid: Gredos, 1971. BELSEY, Catherine. Critical Practice. London: Methuen, 1980.

BERGEZ, Daniel, BARBERIS, Pierre, BIASI, Pierre. Métodos críticos para a análise literária. São Paulo: Martins Fontes, 1977.

BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica literária. Tradução Ivã Carlos Lopes et al. Bauru: Edusc, 2003.

EIKHENBAUM, B. Teoria da literatura - Formalistas russos. 4 ed. Tradução Ana Maria Ribeiro Filipouski et alii. Porto Alegre: Globo, 1978.

FREADMAN, Richard e MILLER, Seumas. Re-pensando a teoria: uma crítica da teoria literária contemporânea. Tradução Aguinaldo José Gonçalves e Álvaro Háttnher. São Paulo: Editora Unesp, 1994.

FRYE, N. Anatomia da crítica. Tradução Péricles Eugênio da Silva Ramos. São Paulo: Cultrix, 1973.

GREIMAS, A. J. (Org.) Ensaios de semiótica poética. São Paulo: Cultrix, 1972.

HAWTHORN, Jeremy. Criticism and Critical Theory. London: Edward Arnold, 1984.

JAUSS, Hans Albert et all. A literatura e o leitor: textos de Estética da Recepção. Tradução e seleção de Luiz Costa Lima. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

JOBIM, José Luiz (Org.) Palavras da crítica: tendências e conceitos no estudo da literatura. Rio de Janeiro: Imago, 1992.

LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. 2 ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. v. I e II.

MOTTA, Leda Tenório da. Sobre a crítica literária brasileira no último meio século. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

REIS, Carlos. Técnicas de análise textual. 3 ed. Coimbra: Almedina, 1981.

17 WELLEK, René. História da crítica moderna. São Paulo: Herder/EDUSP, 1967- 1972 (4 vols).

WINSATT, W. & BROOKS, C. Crítica literária: breve história. Tradução I. Centeno e A. de Morais. Lisboa: Fundação Gulbenkian, 1957. 

3 -  LITERATURA COMPARADA

EMENTA: Percurso histórico da Literatura Comparada desde seu surgimento no século XIX. Direcionamento crítico das escolas francesa, norte-americana e soviética. Principais teóricos e críticos desta Literatura e sua aplicabilidade.

BIBLIOGRAFIA:

BAKHTIN, M. Problemas da poética de Dostoievski. Tradução Paulo Bezerra. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1981.

BARTHES, R. Image, music, text. Trad. Stephen Heath. London: Fontana Press, 1987. BRUNEL, P. et al. Que é literatura comparada? São Paulo: Perspectiva, 1990. COUTINHO, E. ; CARVALHAL, T. Literatura comparada: textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.

DAGHLIAN, C. (Org.). Poesia e música. São Paulo: Perspectiva, 1985.

GENETTE, G. Palimpsestes: la littérature au second degré. Paris: Seuil, 1982.

JENNY, L. et al. Intertextualidades. Coimbra: Almedina, 1979.

KAISER, G. R. Introdução à literatura comparada. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1989.

KRISTEVA, J. Introdução à semanálise. Tradução Lúcia Helena França Ferraz. São Paulo: Perspectiva, 1974.

PERRONE-MOISÉS, L. Texto, crítica, escritura. São Paulo: Ática, 1978.

SOURIAU, E. A correspondência das artes: elementos de estética comparada. Tradução Maria Cecília Queiróz de Moraes Pinto e Maria Helena Ribeiro da Cunha. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1983.

 

DISCIPLINAS OPTATIVAS - LINHAS DE PESQUISA 1 e 2 

1 - ESTUDOS DA NARRATIVA

 EMENTA: A origem da narrativa, seu percurso na história e o eixo evolutivo; a estrutura da narrativa; as formas de narrativas; a narrativa de ficção e seu diálogo com a história; narrativa e imaginário e as teorias que se preocupam com a narrativa.

 BIBLIOGRAFIA:

BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e estética. Tradução Aurora Farnoni Bernadini et all. São Paulo: UNESP/HUCITEC, 1998.

BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire: um Lírico no auge do capitalismo. Tradução José Carlos Martins Barbosa. São Paulo: Brasiliense, 1989. _____.

Formação da Literatura Brasileira (momentos decisivos) vol. I e II. São Paulo: Martins, 1959.

COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Tradução Cleonice Paes Baerreto Mourão e Consuelo Fortes Santiago. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.

FRYE, Nortrhop. Anatomia da crítica. Tradução Péricles Eugênio da Silva Ramos. São Paulo: Cultrix, 1973. _____.

Lecriture profane: essai sur la struture du romanesque. Tradução De Hanglais Cornelius Crauley. Pris: Circe, 1998. _____.

Fábulas de Identidade: estudos de mitologia poética. Tradução Sandra Vasconcelos. São Paulo: Nova Alexandria, 2000. _____.

Código dos códigos: a Bíblia e a literatura. Tradução Flávio Aguiar. São Paulo: Boitempo, 2004.

LEENHARDT, Jacques & PENSAMENTO, Sandra Jatahy (Org.). Discurso histórico e narrativa literária. Campinas: Editora da UNICAMP, 1998.

LUBBOCK, Perce. A Técnica de ficção. Tradução Otávio Mendes Cajado. São Paulo: Cultrix,1976.

SCHOLES, Robert & KELLOGG, Robert. A natureza da narrativa. Tradução Gert Meyer. São Paulo: McGraw-Hill, 1977.

RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa. Tomo I. Tradução Constança Marcondes César. Campinas: Papirus, 1994. _____.

Tempo e narrativa. Tomo II. Tradução Mariana Appenzeller. Campinas: Papirus, 1995. Tempo e narrativa. Tomo III. Tradução Roberto Leal Ferreira. Campinas: Papirus, 1997.

WATT, Ian. A Ascensão do Romance. Tradução Hildegard Feist. Campinas: Companhia das Letras, 1996. 

2- FICÇÃO E HISTÓRIA

EMENTA: Relações entre história e ficção e entre história e imaginação literária. Análise a partir de Hayden White, Stephen Bann, Roland Barthes, entre outros, do modo como historiadores, ao terem encarado seus trabalhos como obras literárias até o século XVIII, desenvolveram uma imaginação literária para dar sentido ao conteúdo histórico de suas obras.

BIBLIOGRAFIA:

BANN, Stephen. As invenções da História: ensaios sobre a representação do passado. São Paulo: Edunesp, 1994.

CÂNDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade: Estudos de teoria e história literária. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967.

CHALOUB, Sidney e M. Pereira, Leonardo Affonso. (Org.). A história contada: capítulos de História Social da Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1998. 19 CHARTIER, Roger. Cultura Escrita, Literatura e História. Porto Alegre: ARTMED EDITORA. COMPAGNON, Antoine. Os cinco paradoxos da modernidade. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.

EAGLETON, Terry. Ideologia: uma introdução. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista: Editora Boitempo, 1997.

JOBIM, José Luís. (Org.). Palavras da Crítica: tendências e conceitos no estudo da literatura. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1992, p. 11-43. MICELI, Sérgio. Intelectuais e classes dirigentes no Brasil. 1920 a 1945. São Paulo?Rio de Janeiro: Difusão Editorial, 1979.

PACHECO, Alexandre. A violência no Rio de Janeiro, na década de 1970, em Feliz Ano Novo (1975) de Rubem Fonseca. 2003. 131 f. Dissertação (Mestrado em História Social) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2003.

PACHECO, Alexandre. O poder da imprensa na construção da imagem do escritor no Brasil contemporâneo: jornalistas e críticos na transformação de um ex-líder ipesiano em autor símbolo das liberdades democráticas, 2006. 144 f. Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2006.

ROCHA, João Cezar de Castro. Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2003

SAHLINS, Marshal. Historical metaphors and mythical realities: structure in the early history of the Sandwich Islands kingdom. Ann Arbor: University of Michigan Press, 1981.

SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1985.

WHITE, Hayden. Metahistory: The Historical Imagination in Nineteenth-Century. Europe. London: Johns Hopkins UP, 1973. _____.

Tropics of discourse: essays in cultural criticism. London: Johns Hopkins UP, 1978. 

 3 - FILOSOFIA E LITERATURA

EMENTA: Filosofia e Literatura: relações e diferenças. O problema da verdade e da verossimilhança. Metáfora no texto literário e no texto filosófico. O real e a criação de mundos de linguagem. Metafísica e ficção. Realidade, sonho, pesadelo e ficção.

BIBLIOGRAFIA:

ARISTÓTELES. Poética. Tradução Eudoro de Souza. São Paulo: Abril Cultural, 1973. p. 443-471.(Os Pensadores)

BORGES, J.L. Obras completas: 1952-72. Buenos Aires: Emecé Editores, 1993. v.2, 527p.

DERRIDA, J. La desconstruccion en las fronteras de la filosofia. La retirada de la metáfora. Traducción de Patrício Peñalver Gómez. Barcelona: Paidós, 1996. 121p. _____. Margens da filosofia. Tradução Joaquim Torres Costa, Antonio M. Magalhães. Campinas: Papirus, 1991. 373p. 20

FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. Tradução Laura Fraga de Almeida Sampaio. São Paulo: Loyola, 1998. 79p.

HEIDEGGER, M. ¿Que significa pensar? Buenos Aires: Editorial Nova, s/d. 236p. _____. Que é metafísica. Tradução de Ernildo Stein. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1969. 82p.

KAFKA, Franz. O Processo. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. LIMA, Luis Costa. Limites da voz. Rio de Janeiro: Rocco, 1993.

MAN, P. Alegorias da leitura: linguagens figurativas em Rosseau, Nietzsche, Rilke e Proust. Tradução de Lenita R. Esteves. Rio de Janeiro: Imago, 1996. 344p

MATEOS, Z. La filosofía en la obra de Jorge Luis Borges. Buenos Aires: Biblio, 1998. 125p.

NIETZSCHE, F.W. Sobre verdad y mentira en sentido extramoral. Tradução de Luis M. L. Valdés e Teresa Orduña. 3.ed. Madrid: Editorial Tecnos, 1996. p.15-38. (Original alemão)

RICOEUR, P. A metáfora viva. Tradução J.T. Costa. Portugal: Rés, s/d. 481p.

SACKS, Sheldon. (Org.). Da metáfora. Tradução de Leila Cristina M. Darin. São Paulo: EDUC/Pontes, 1992. p.53-75.

VIEJA, M.T.L.L. (Ed.). Figuras del logos entre la filosofía y la literatura. Espanha: Fondo de Cultura Económica, 1994. 

4 - GÊNEROS TEXTUAIS E DISCURSO LITERÁRIO

EMNETA: Conceituação e perspectivas teóricas do estudo dos gêneros textuais/discursivos. A perspectiva sócio-retórica. Os gêneros textuais/discursivos e a sua relevância com relação à interação com o contexto. O discurso literário: o estatuto do gênero em Literatura com foco no gênero lírico (a poesia analítico-discursiva), no épico (o conto, a novela e o romance) e no dramático (a tragédia, a comédia e o melodrama), em que se levam em conta, no estabelecimento dos gêneros, apropriações e metamorfoses que, durante o trajeto histórico da Literatura Ocidental, marcam a dissolução dos seus contornos. Análise de modelos didáticos de gênero como instrumento para a formação de professores.

BIBLIOGRAFIA:

ADAM, J.-M. Linguistique textuelle: des genres de discours aux textes. Paris: Nathan, 1999. BAKHTIN. M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

BHATIA, V. K. Analysing genre: language use in professional settings. New York: Longman, 1993.

BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Cultrix, 1993.

BRONCKART, J. P. Atividades de linguagem, textos e discursos. Por um interacionismo sócio-discursivo. São Paulo: EDUC, 2003. _____.

Atividade de linguagem, discurso e desenvolvimento humano. Campinas: Mercado de Letras, 2006. 21

CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992. _____. Ideograma: lógica, poesia, linguagem. São Paulo: Cultrix, Edusp, 1977.

CARVALHO, G. “Gênero como ação social em Miller e Bazerman: o conceito, uma sugestão metodológica e um exemplo de aplicação”. In: MEURER, J. L.; BONINI, A . & MOTTAROTH, D. (Orgs). Gêneros e teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola, 2005.

CRISTÓVÃO, V.L.L. Gêneros Textuais, material didático e formação de professores. Londrina: Signum. Vol. 8, n.1, 2005, pp.173-191. _____.

Modelo didático de gênero como instrumento para formação de professores. In: MEURER, J. L.;

MOTTA-ROTH, D. Gêneros Textuais: subsídios para o ensino da linguagem. Bauru: Edusc, 2002b. p. 31-73.

DIONISIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Orgs.). Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.

DONOFRIO. Sauvatore. Teoria do texto 1: prolegômenos e teoria da narrativa. São Paulo: Ática, 1995. _____ .

Teoria do texto 2: teoria da lírica e do drama. São Paulo: Ática, 1995.

LEENHARDT, Jacques & PENSAVENTO, Sandra Jatahy (Org.). Discurso histórico e narrativa literária. SP, Campinas: Editora da UNICAMP, 1998.

LOPES-ROSSI, M. A. G. (org.) Gêneros discursivos no ensino de leitura e produção de textos. Taubaté: Cabral, 2002.

MEURER, J. L.; MOTTA-ROTH, D. (orgs.) Gêneros textuais e práticas discursivas: subsídios para o ensino de linguagem. Bauru: Edusc, 2002.

MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2001. _____.

O Discurso Literário. Tradução de Adail Sobral. São Paulo: Contexto, 2006.

MARCUSCHI, L. A. “Gêneros textuais: definição e funcionalidade”. In: DIONÍSIO, A. M., MACHADO, A. R., BEZERRA M. A. (orgs.) Generos textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002, pp. 19-36.

MARCUSCHI, L. A. A questão do suporte dos gêneros textuais. DLCV: língua, linguística e literatura. Vol. 1, n. 1. João Pessoa: UFPB, 2003, pp. 9-40.

SCHNEUWLY, Bemard; DOLZ, Joaquim et al. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

SCHOLES, Robert & KELLOGG, Robert. A natureza da narrativa. Tradução Gert Meyer. São Paulo: McGraw-Hill,1977.

SILVA, J. Q. G. Gênero discursivo e tipo textual. Scrita. V. 2, n. 4. BH, 1999. p. 87-106.

SWALES, J. M. Genre analysis: English in academic and research settings. New York: Cambridge University Press, 1990.

TODOROV, Tzvetan. Os gêneros do discurso. Tradução Elisa Angotti Kossovitch. São Paulo: Martins Fontes, 1980 . _____. Estruturalismo e poética. São Paulo: Cultrix, 1970. _____.

A escrituração da escrita: teoria e prática do texto literário. Petrópolis: Vozes, 1996. 

5 - IMAGINAÇÃO LITERÁRIA E HISTORIOGRAFIA AMAZÔNICA

EMENTA: Estudos voltados às relações entre história e imaginação literária e, em particular, o deslocamento destes estudos para a análise dos talentos poéticos que estiveram subjacentes à realização do discurso histórico de autores que retrataram a região Amazônica como Euclides da Cunha, Leandro Tocantins, Arthur Cezar Ferreira Reis e Gilberto Freyre e viajantes que produziram relatos de viagem sobre a região amazônica. Construção da análise das práticas e representações por detrás da escrita historiográfica das obras de tais autores e o entendimento de como foram sensíveis às diferentes classes ou grupos sociais, a partir dos diferenciados empregos ou códigos que partilharam com a sociedade amazônica e brasileira.

BIBLIOGRAFIA:

BOSI, Alfredo. O enigma do olhar. São Paulo: Ática, 1999.

CUNHA, Euclides. À margem da história. Disponível on-line. CUNHA, Euclides. Um paraíso perdido. Disponível on-line.

EAGLETON, Terry. A ideia de cultura. Trad. Sandra Castelo Branco. São Paulo. Editora da UNESP, 2005.

FANON, Frantz. Os condenados da Terra. Trad. Enilce Albergaria Rocha e Lucy Magalhães. Juiz de Fora: Editora da UFJF, 2005. (Capítulo sobre a libertação nacional)

GALVÃO, Walnice Nogueira. O império do Belo Monte: vida e obra e morte de Canudos. São Paulo: Perseu Abramo, 2001.

GONDIM, Neide. A invenção da Amazônia. São Paulo: Marco Zero, 1994.

HARDMAN, Francisco Foot. A vingança da Hileia: Euclides da Cunha, a Amazônia e a literatura moderna. São Paulo: Editora UNESP, 2009.

ROCHA, Hélio Rodrigues. “Para a terra do sol constante”. In: O Mar e a Selva: sobre a viagem de Henry Major Tomlinson ao Brasil. Curitiba: Editora CRV, 2012. __________. “Começando a viagem: primeira milha” e “A Amazônia da década da destruição” In: Microfísicas do imperialismo: a Amazônia rondoniense e acreana em quatro relatos de viagem. Curitiba: Editora CRV, 2012. ___________ Gaivotas. Guaratinguetá. Penalux, 2015.

ROQUETTE-PINTO, Edgar. Rondônia. São Paulo: Editora Nacional, 1935.

SMITH, Anthony. Os conquistadores do Amazonas: quatro séculos de exploração e conquista no maior rio do mundo. Trad. Maria Therezinha M. Cavallari. São Paulo: Editora Best-Seller, 1990.

SOUZA, Márcio. História da Amazônia. Manaus: Editora Valer, 2009.

TOCANTINS, Leandro. Amazônia - Natureza, Homem e Tempo: uma planificação ecológica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.

TOMLINSON. Henry Major. O Mar e a Selva: relato de um inglês na Amazônia. Trad. Hélio Rocha. São Paulo: Paco Editorial, 2014.

UGARTE, Auxiliomar Silva. Sertões de Bárbaros: o mundo natural e as sociedades indígenas da Amazônia na visão dos cronistas dos séculos XVIXVII. Manaus: Valer 2009.

6 - LÍNGUA, LITERATURA E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE

EMENTA: Sinopse das ideologias do Humanismo, de meados do século XVI aos dias atuais. Identidades nacionais, língua nacional e Literatura na Amazônia. Língua empregada na construção da Literatura nacional entendida como meio de narração dos temas e ambientes dotados de cor local. A república literária e o emprego da educação como repassadora do ideal de língua e de Literatura próprias.

BIBLIOGRAFIA:

ALONSO, Dámaso. Poesia española: Ensayo de metodos y limites estilísticos. 5.ed. Madrid: Gredos, 1971.

BELSEY, Catherine. Critical Practice. London: Methuen, 1980.

BERGEZ , Daniel, BARBERIS, Pierre, BIASI, Pierre. Métodos críticos para a análise literária. São Paulo: Martins Fontes, 1977.

BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica literária. Tradução Ivã Carlos Lopes et al. Bauru: Edusc, 2003.

EIKHENBAUM, B. Teoria da literatura - Formalistas russos. 4 ed. Tradução Ana Maria Ribeiro Filipouski et alii. Porto Alegre: Globo, 1978.

FREADMAN, Richard e MILLER, Seumas. Re-pensando a teoria ? uma crítica da teoria literária contemporânea. Tradução Aguinaldo José Gonçalves e Álvaro Háttnher. São Paulo: Editora Unesp, 1994.

FRYE, N. Anatomia da crítica. Tradução Péricles Eugênio da Silva Ramos. São Paulo: Cultrix, 1973.

GREIMAS, A. J. (Org.) Ensaios de semiótica poética. São Paulo: Cultrix, 1972.

HAWTHORN, Jeremy ed. Criticism and Critical Theory. London: Edward Arnold, 1984.

JAUSS, Hans Albert et a1ii. A literatura e o leitor. Tex¬tos de Estética da Recepção. Tradução e seleção de Luiz Costa Lima. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

JOBIM, José Luiz (Org.) Palavras da crítica: tendências e conceitos no estudo da literatura. Rio de Janeiro-RJ: Imago, 1992.

LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. 2 ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983. v. I e II.

MOTTA, Leda Tenório da. Sobre a crítica literária brasileira no último meio século. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

REIS, Carlos. Técnicas de análise textual. 3 ed. Coimbra: Almedina, 1981.

WELLEK, René. História da crítica moderna. São Paulo: Herder/EDUSP, 1967- 1972 (4 vols).

WINSATT, W. & BROOKS, C. Crítica literária: breve história. Tradução I. Centeno e A. de Morais. Lisboa: Fundação Gulbenkian, 1957.

BOUSAÑO, Carlos. Teoria de la expresión poética. 7 ed. Madri: Gredos, 1985. 

7 - LITERATURA E ESTUDOS PÓS-COLONIAIS

EMENTA: O surgimento e a disseminação dos estudos pós-coloniais. Principais teóricos: Frantz Fanon; Albert Memmi; Homi Bhabha; Edward Said; Mary Louise Pratt. O Pós-colonialismo e a Literatura: A Tempestade; Robinson 24 Crusoe; Kim; O Coração das Trevas; À Espera dos Bárbaros; O Mundo se Despedaça; Grande Mar de Sargaços; A Grande Fala do Índio Guarani.

BIBLIOGRAFIA:

BELLEI, Sergio L Prado. Monstros, Índios e Canibais. Florianópolis: Insular, 2005.

BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2000.

BONNICCI, Thomas. Literaturas pós-coloniais: Estratégias de Leitura. Maringá: UEM, 1994.

DIRLIK, Arif. The postcolonial aura: third world criticism in the age of global capitalism. Boulder: Westview Press, 1999.

LOPEZ, Alfred J. Posts and pasts: a theory of postcolonialism. New York: State University of New York Press, 2001.

MCLEOD, John. Beginning postcolonialism. Manchester: Manchester UP, 2000.

NENEVÉ, Miguel. O pós-colonialismo e algumas contribuições para a educação. Salvador: Canadart, 2007.

PRATT, Mary Louise. Os olhos do Império. Bauru: EDUSC, 1996.

QUAYSON, Ato. Postcolonialism: theory, practice or process. Cambridge: Polity Press, 2000.

SAID, Edward. Orientalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. _____. Cultura e Imperalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. VVAA.

Baltic. Postcolonialism. Ed. Violeta Kelertas. Amsterdam/New York: Rodopi, 2006. _____.

Comparing postcolonial literatures. Eds. Ashok Berry, Patricia Murray, London: Macmillan, 2000. _____.

Postcolonial studies reader. Ed. Bill Ashcroft, Gareth Griffiths, Helen Tiffin. London/New York: Routledge, 2001. _____.

Relocating postcolonialism. Ed. David Theo Goldberg, Ato Quaison. London: Blackwell, 2002. 

8 - O ELEMENTO FANTÁSTICO NA LITERATURA

EMENTA: Polêmicas em torno do fantástico: gênero fantástico x modo fantástico. O maravilhoso, o mimético e o mágico. Relações entre o realismo e as ficções que contam com os elementos fantástico, estranho, insólito, absurdo e maravilhoso.

BIBLIOGRAFIA:

BORGES, Jorge Luis. El arte narrativa y la magia. In: _____. Obras Completas. Buenos Aires: Emecé Editores, 1990

. CARPENTIER, Alejo. El reino de este mundo. Buenos Aires: Ed. Librería del Colegio, 1975.

BIOY CASARES, Adolfo. La invención de Morel. Barcelona, España: Seix Barral, 1985. _____. Historias fantásticas. São Paulo: Cosac & Naify, 2006. 25

CHIAMPI, Irlemar. O realismo maravilhoso. Forma e ideologia no romance hispano-americano. São Paulo: Perspectiva, 1980.

CORTÁZAR, Julio. Cuentos Completos (2 tomos). Madri: Alfagura, 2002.

FUENTES, Carlos. Aura. Trad. de Olga Savary. Porto Alegre: L&PM Editores, 1981.

JACKSON, Rosemary. Fantasy: literature y subversion. Buenos Aires: Catálogos, 1986.

MONEGAL, E. R. Realismo mágico versus literatura fantástica: un dialogo de sordos. In: XVI CONGRESSO INTERNACIONAL DE LITERATURA IBEROAMERICANA, 1975,

Michigan. Otros Mundos, Otros Fuegos. Michigan: Latin American Studies Center, 1975.p.25-37.

RUBIÃO, Murilo. Os dragões e outros contos. Belo Horizonte: MovimentoPerspectiva, 1965. _____. O pirotécnico Zacarias. São Paulo: Editora Ática, 1974.

SHAW, Donald L. Nueva Narrativa Hispanoamericana. Boom. Posboom. Posmodernismo. Madri: Cátedra, 1999. TODOROV, Tzvetan. “A narrativa fantástica”. In: _____. As estruturas narrativas. Tradução Leyla Perrone-Moysés. São Paulo: Perspectiva, 1969. (Debates, 14). p. 147-166. _____.

Introdução à literatura fantástica. Trad. Maria Clara Correa Castello. São Paulo: Perspectiva, 1975. (Debates, 98). p. 29-63.

VEIGA, J. J. Sombras de reis barbudos. São Paulo: Difel, 1986. _____.

Os cavalinhos de platiplanto: contos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

VILLANUEVA, Darío & VIÑA Liste. Trayectoria de la novela hispanoamericana actual: del realismo mágico a los años ochenta. Madrid: Espasa-Calpe, 1991. (Austral).

9 – LITERATURA, CULTURA E SOCIEDADE

EMENTA: Olhares sobre o Brasil: ensaístas e teóricos, suas obras e contextos históricos, vistos enquanto etapas da formação do pensamento social brasileiro. Representações de cultura, sociedade e literatura na tradição nacionalista do Século XIX e XX. Revisão crítica da contribuição destes autores, interpretações e contradições, correlacionando o mundo da sociedade, da cultura e da nação.

BIBLIOGRAFIA: 

ABDALA JR., B. Margens da cultura:mestiçagem, hibridismo & outras misturas. São Paulo: Boitempo, 2004. 

BOXER, C. R. O Império Colonial Português: 1415-1825. Lisboa: Edições Setenta,1981. 

CURTO, D. R. Cultura imperial e projetos coloniais: séculos XV a XVIII. Campinas:Editora da UNICAMP, 2009.

EAGLETON, Terry. A ideia de cultura. Tradução Sandra Castello Branco; revisão técnica Cezar Mortari. São Paulo: Editora UNESP, 2005.

HARDMAN, Francisco Foot. Trem Fantasma: a modernidade na selva. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

HOLANDA, S. B. de. Visão do paraíso:os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

MEIRELHES FILHO, J. Grandes expedições à Amazônia brasileira:1500-1930. São Paulo: Metalivros, 2009.

NEIDE, Gondim. A invenção da Amazônia. 2º edição. Manaus: Editora Valer, 2007.

NIZZA DA SILVA, M. Escravidão e colonização. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.

PESAVENTO, S. J. “A invenção do Brasil: o nascimento da paisagem brasileira sob o olhar do outro”. Fênix – Revista de História e Estudos Culturais, Porto Alegre, v.1, n.1, p.1-34, out./nov./dez. 2004.

PIZARRO, Ana. Amazônia, as vozes do rio: imaginário e modernização. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2011.

SOUZA, Márcio. História da Amazônia. Manaus: Valer, 2009. 

10 - TEORIA DA POESIA

EMENTA: A natureza e a evolução da linguagem poética e as teorias da poeticidade. A teoria e a análise do poema. Os estudos comparados entre as poéticas moderna e contemporânea e as poéticas clássica, neoclássica e medieval.

BIBLIOGRAFIA: 

26 ASEGUINOLAZA, Fernado C. (org.) Teorias sobre la lírica. Madrid: Arco/Livros, 1999.

BLANCHOT, Maurice. Le livre à venir. Paris: Gallimard, 1959.

BOSI, Alfredo. O ser e o tempo na poesia. São Paulo: Cultrix, 1983.

COHEN, Jean. A plenitude da linguagem (Teoria da Poeticidade). Coimbra: Almedina, 1987.

DUBOIS, J. et al. Retórica da poesia. São Paulo: Cultrix/Edusp, 1980.

ELIOT, T. S. Ensaios. São Paulo: Art Editora, 1989. FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1991.

FRYE, Northrop. Anatomia da crítica. São Paulo: Cultrix, 1973.

LOTMAN, Iuri M. A Estrutura do texto artístico. Lisboa: Estampa, 1978.

PAZ, Octavio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1996.

PERRONE-MOISÉS, Leyla. Inútil poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

POUND, E. A arte da poesia. São Paulo: Cultrix, 1976.

SPINA, Segismundo. Na madrugada das formas poéticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.

STAIGER, Emil. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1972.

TEZZA, CRISTOVÃO. Entre a prosa e a poesia: Bakhtin e o formalismo russo. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.

TINIANOV, Iuri. O problema da linguagem poética I - o ritmo como elemento construtivo do verso. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975. _____. O problema da linguagem poética II - o sentido da palavra poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975.              

VALÉRY, Paul. Variedades. São Paulo: Iluminuras, 1991. 

11 - TEORIA DA POESIA

EMENTA: A natureza e a evolução da linguagem poética e as teorias da poeticidade. A teoria e a análise do poema. Os estudos comparados entre as poéticas moderna e contemporânea e as poéticas clássica, neoclássica e medieval.

BIBLIOGRAFIA: 

ASEGUINOLAZA, Fernado C. (org.) Teorias sobre la lírica. Madrid: Arco/Livros, 1999. BLANCHOT, Maurice. Le livre à venir. Paris: Gallimard, 1959.

BOSI, Alfredo. O ser e o tempo na poesia. São Paulo: Cultrix, 1983.

COHEN, Jean. A plenitude da linguagem (Teoria da Poeticidade). Coimbra: Almedina, 1987.

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FRIEDRICH, Hugo. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1991.

FRYE, Northrop. Anatomia da crítica. São Paulo: Cultrix, 1973.

LOTMAN, Iuri M. A Estrutura do texto artístico. Lisboa: Estampa, 1978.

PAZ, Octavio. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 1996.

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SPINA, Segismundo. Na madrugada das formas poéticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.

STAIGER, Emil. Conceitos fundamentais da poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1972.

TEZZA, CRISTOVÃO. Entre a prosa e a poesia: Bakhtin e o formalismo russo. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.

TINIANOV, Iuri. O problema da linguagem poética I - o ritmo como elemento construtivo do verso. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975. _____. O problema da linguagem poética II - o sentido da palavra poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975. VALÉRY, Paul. Variedades. São Paulo: Iluminuras, 1991.

 


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